sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ufaaaaa, a semana acabou!!!!

Ufaaaa, sexta feira!! Quando eu estudava esse era um dia que eu não queria que chegasse de maneira alguma. Por quê? Porque eu ia passar dois dias sem ver os amigos. Mas hoje tudo mudou, agora eu suspiro por saber que a "sexta" chegou, principalmente se o relógio marcar 18:00 hs. Afinal, esse é o horário que saio do trabalho.
Não é que eu não goste do meu emprego ou das pessoas que passam o dia todo comigo, é que mais do que nunca estou precisando de um descanço! O número de funcionários no laboratório diminuiu e isso implica em mais trabalho pra todo mundo, e nessa sequência, stress...
Hoje mesmo acabei discutindo com grande e especial amigo.
Em meio ao turbilhão de afazeres, tive um pequeno problema no qual recorri a sua ajuda e atrapalhei o que ele estava resolvendo, resultado: ele liberou arrogância pra cima de mim e "eu que não levo desaforo pra casa" como mesmo disse na hora pra ele antes ou depois de dizer "se ele for grosso comigo, sou grossa e meia", já não lembro a ordem cronológica, discutimos. E logo pela manhã! É mole??
Por algumas horas até o almoço, fiquei sem falar com ele e ele sem falar comigo, parecendo duas crianças da alfabetização com birra. Apenas com olhadas de rabo de olho, sempre seria.
Porém, por dentro eu estava me sentindo de certo modo culpada, imcompreensiva. Poxa! Eu vi como ele estava ocupado, se fosse só por mim, não teria interrompido nada, mas era um caso que necessitava de uma solução imediata, e ele era o único capaz de resolver. Custava assim, ceder um pouquinho do tempo? Apesar de considerar o fato de eu ter uma parcelinha de culpa, acho que não era necessário tamanha arrogância, a qual ele me tratou. Por isso, decidi que se ele pedisse desculpa primeiro eu também pediria, mas não daria o primeiro passo.
Caramba! Nesse caso, pude perceber o quanto sou teimosa e orgulhosa - de certo modo e por certo ângulo!
Quando ele retornou depois do almoço, eu estava numas das mesas, já realizando meu serviço, ele veio andando, olhando-me, e sem dizer nada, me deu um suave e terno beijo na testa, sem seugida disse a fantástica frase: "desculpa, tá?!". E é óbvio que eu também pedi e fizemos as pazes... =]
Meu coração alegrou-se e tranquilizou-se também, porque mesmo que eu não demostre gosto muito dele. E foi justamente nesse momento que se fez notável tamanho carinho que lhe tenho.
e deu 18 horas....
e enfim, casa!!!!!!!

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