Estou certa que é de extrema importância os cuidados nas práticas trabalhistas, contudo, mais arriscado que um acidente corriqueiro que todos nós estamos sujeitos a sofrer, é por desventura - ou talvez não - apaixonar-se por um colega de trabalho. Por quê? Porque no final tudo termina em merda!! Por mais que você queira e se esforce pra seguir uma linha de final bem e feliz isso não acontece, acredite em mim quando eu digo: essa é a regra.
Quer saber porquê essa é a regra?
Porque você se apaixonou! E quando as pessoas se apaixonam, provavelmente elas jogam pelo menor buraco que existe no cérebro a parte racional do nosso ser e implanta uma placa com letreiros bem grande "Agora você pode tudo! Até pregar uma placa AQUI se você quiser!". Mas a gente sabe que essa "plaquinha" não fica bem dentro de nós, ela fica mesmo é na testa, pra que todos os outros possam ver e rir da nossa cara de boba apaixonada. E é nessa distorção da reailidade que cometemos os mais inacreditáveis impulsos como beijar aquele seu colega de trabalho escondido na despensa ou se encontrando ocultamente na escada de serviço do prédio, o que não garante que seja mesmo escondido/oculto e pequenas bobagenzinhas como estas é que são as consequentes merdas futuras. Se você pensasse racionalmente, elaboraria um plano verdadeiramente sigiloso, mas se houvesse razão não haveria paixão. E às vezes eu mesma me pergunto se isso está certo, se realmente não dá pra ter a mesma coisa, mas isso são questionamentos para uma outra postagem, agora nos concentremos em algum companheiro de trabalho atraente que nos tiram a razão e nos faz apenas desejá-lo.
Essa vontade seja por paixão ou não nos juga no trilho do risco.
Por que a gente se apaixona??
Nesse momentos você devem estar afirmando que é a primeira maravilha do mundo estar apaixonada, ter alguém para ocupar nossa mente, contar as horas e sentir o frio na barriga pela possibilidade de vê-lo ou ouvir a voz ao telefone, visualizar momentos melodramáticos e românticos, beijar, etc, etc, seja lá como for. Mas o mundo não gira ao redor do quê queremos e muito menos de como queremos, nosso pequeno mundo social é bem mais complicado do que aparenta ser. E assim sendo, eticamente falando, existe um veto em se envolver com alguém da mesma empresa de trabalho pelo favoritismo que pode surgir entre esse casal ou por outros motivos mais moralmente inaceitáveis. O importante é saber, que essas circunstâncias nos coloca em um paradoxo de riscos e prazeres, fazendo nos sentir a adrenalina correr em nosso sangue e atraíndo cada vez mais desejos. Pelo sabor irresistível de doce e salgado que encontramos nessa peripécia.
Nos perdemos nessa sensação e nessa perda podemos colocar os pés pelas mãos e atinguir consequências altas e não satisfatórias.
Por isso, digo e repito: Façam de tudo para não se apaixonarem por colegas de trabalho!
