quarta-feira, 28 de abril de 2010

PERIGO NO TRABALHO

Estou certa que é de extrema importância os cuidados nas práticas trabalhistas, contudo, mais arriscado que um acidente corriqueiro que todos nós estamos sujeitos a sofrer, é por desventura - ou talvez não - apaixonar-se por um colega de trabalho. Por quê? Porque no final tudo termina em merda!! Por mais que você queira e se esforce pra seguir uma linha de final bem e feliz isso não acontece, acredite em mim quando eu digo: essa é a regra.
Quer saber porquê essa é a regra?
Porque você se apaixonou! E quando as pessoas se apaixonam, provavelmente elas jogam pelo menor buraco que existe no cérebro a parte racional do nosso ser e implanta uma placa com letreiros bem grande "Agora você pode tudo! Até pregar uma placa AQUI se você quiser!". Mas a gente sabe que essa "plaquinha" não fica bem dentro de nós, ela fica mesmo é na testa, pra que todos os outros possam ver e rir da nossa cara de boba apaixonada. E é nessa distorção da reailidade que cometemos os mais inacreditáveis impulsos como beijar aquele seu colega de trabalho escondido na despensa ou se encontrando ocultamente na escada de serviço do prédio, o que não garante que seja mesmo escondido/oculto e pequenas bobagenzinhas como estas é que são as consequentes merdas futuras. Se você pensasse racionalmente, elaboraria um plano verdadeiramente sigiloso, mas se houvesse razão não haveria paixão. E às vezes eu mesma me pergunto se isso está certo, se realmente não dá pra ter a mesma coisa, mas isso são questionamentos para uma outra postagem, agora nos concentremos em algum companheiro de trabalho atraente que nos tiram a razão e nos faz apenas desejá-lo.
Essa vontade seja por paixão ou não nos juga no trilho do risco.
Por que a gente se apaixona??
Nesse momentos você devem estar afirmando que é a primeira maravilha do mundo estar apaixonada, ter alguém para ocupar nossa mente, contar as horas e sentir o frio na barriga pela possibilidade de vê-lo ou ouvir a voz ao telefone, visualizar momentos melodramáticos e românticos, beijar, etc, etc, seja lá como for. Mas o mundo não gira ao redor do quê queremos e muito menos de como queremos, nosso pequeno mundo social é bem mais complicado do que aparenta ser. E assim sendo, eticamente falando, existe um veto em se envolver com alguém da mesma empresa de trabalho pelo favoritismo que pode surgir entre esse casal ou por outros motivos mais moralmente inaceitáveis. O importante é saber, que essas circunstâncias nos coloca em um paradoxo de riscos e prazeres, fazendo nos sentir a adrenalina correr em nosso sangue e atraíndo cada vez mais desejos. Pelo sabor irresistível de doce e salgado que encontramos nessa peripécia.
Nos perdemos nessa sensação e nessa perda podemos colocar os pés pelas mãos e atinguir consequências altas e não satisfatórias.
Por isso, digo e repito: Façam de tudo para não se apaixonarem por colegas de trabalho!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ufaaaaa, a semana acabou!!!!

Ufaaaa, sexta feira!! Quando eu estudava esse era um dia que eu não queria que chegasse de maneira alguma. Por quê? Porque eu ia passar dois dias sem ver os amigos. Mas hoje tudo mudou, agora eu suspiro por saber que a "sexta" chegou, principalmente se o relógio marcar 18:00 hs. Afinal, esse é o horário que saio do trabalho.
Não é que eu não goste do meu emprego ou das pessoas que passam o dia todo comigo, é que mais do que nunca estou precisando de um descanço! O número de funcionários no laboratório diminuiu e isso implica em mais trabalho pra todo mundo, e nessa sequência, stress...
Hoje mesmo acabei discutindo com grande e especial amigo.
Em meio ao turbilhão de afazeres, tive um pequeno problema no qual recorri a sua ajuda e atrapalhei o que ele estava resolvendo, resultado: ele liberou arrogância pra cima de mim e "eu que não levo desaforo pra casa" como mesmo disse na hora pra ele antes ou depois de dizer "se ele for grosso comigo, sou grossa e meia", já não lembro a ordem cronológica, discutimos. E logo pela manhã! É mole??
Por algumas horas até o almoço, fiquei sem falar com ele e ele sem falar comigo, parecendo duas crianças da alfabetização com birra. Apenas com olhadas de rabo de olho, sempre seria.
Porém, por dentro eu estava me sentindo de certo modo culpada, imcompreensiva. Poxa! Eu vi como ele estava ocupado, se fosse só por mim, não teria interrompido nada, mas era um caso que necessitava de uma solução imediata, e ele era o único capaz de resolver. Custava assim, ceder um pouquinho do tempo? Apesar de considerar o fato de eu ter uma parcelinha de culpa, acho que não era necessário tamanha arrogância, a qual ele me tratou. Por isso, decidi que se ele pedisse desculpa primeiro eu também pediria, mas não daria o primeiro passo.
Caramba! Nesse caso, pude perceber o quanto sou teimosa e orgulhosa - de certo modo e por certo ângulo!
Quando ele retornou depois do almoço, eu estava numas das mesas, já realizando meu serviço, ele veio andando, olhando-me, e sem dizer nada, me deu um suave e terno beijo na testa, sem seugida disse a fantástica frase: "desculpa, tá?!". E é óbvio que eu também pedi e fizemos as pazes... =]
Meu coração alegrou-se e tranquilizou-se também, porque mesmo que eu não demostre gosto muito dele. E foi justamente nesse momento que se fez notável tamanho carinho que lhe tenho.
e deu 18 horas....
e enfim, casa!!!!!!!